COTIDIANO | 18 de outubro de 2017

Campanha salarial unificada dos metalúrgicos de Minas Gerais chega na fase decisiva

Depois de muito debate as partes chegaram em um acordo que manteve todos os benefícios e as garantias da convenção coletiva assinada ano passado, além da exclusão da cláusula de compensação de jornada

 A comissão de trabalhadores, que representa os metalúrgicos de Minas na campanha salarial unificada 2017, se reuniu com a Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), na última terça-feira (10) para mais uma rodada de negociação.

Depois de muito debate as partes chegaram em um acordo que manteve todos os benefícios e as garantias da convenção coletiva assinada ano passado, além da exclusão da cláusula de compensação de jornada, mantendo somente redação sobre horas extras.

Sobre as férias, será mantida a mesma redação da CCT do ano passado, com acréscimo de a empresa ter que avisar ao trabalhador das férias com 15 dias de antecedência.

Ficou definido na mesa um reajuste salarial de 1,63%, a partir de novembro, retroativo a outubro. Para as empresas que não têm PLR, os trabalhadores receberão abono de R$ 460,00, pago em janeiro de 2018. O piso e as outras faixas salariais serão reajustados em 1,63%.

O piso para empresas com até 10 empregados foi para R$ 1.095,57.

Para empresas de 11 a 400 funcionários foi para R$ 1.129,11.

De 401 a 1000 empregados o piso foi para R$ 1.207,36.

Para empresas com mais de 1000 funcionários o piso será R$ 1.493,55.

Os sindicatos farão assembleias com os metalúrgicos (as) para que eles decidam se aceitam ou não a proposta definida em mesa. O acordo terá vigência de um ano.

(Fonte: FEM-CUT/MG)

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